Projeto Escola Resíduo Zero será lançado em Goiânia

residuogoianiaA Sociedade Resíduo Zero (SRZero) e a Sociedade de Integração e Ação Comunitária (OSCIP Vida Melhor) lançam dia 10 de maio de 2017 as 9 horas, no auditório do Ministério Público de Goiás, o Projeto Escola Resíduo Zero Goiânia (PERZG), com o fim de capacitar educadores em compostagem de orgânicos e confecção de composteiras de baixo custo.

O Escola Resíduo Zero foi criado com o apoio do Ministério Público de Goiás, frente à experiência bem-sucedida do Projeto Residência Resíduo Zero Goiânia, (PRRZ), realizado em 2016, em cem residências. O projeto foi ganhador de 4 prêmios, entre eles o 15° Prêmio CREA Goiás de Meio Ambiente, na categoria Sociedade Sustentável.

Finalidade – O Escola Resíduo Zero visa promover nas escolas a cultura do resíduo zero e quebrar o paradigma do consumismo e do desperdício, por meio de ações pedagógicas focadas na Política Nacional de Educação Ambiental e Política Nacional de Resíduos Sólidos. Serão ministradas oficinas sobre gestão do lixo e compostagem, oferecendo conhecimento para a implantação de hortas nas próprias escolas.

Inscrições – Toda escola da rede pública municipal de Goiânia, e estadual, sediada na Capital, do ensino fundamental e médio, pode participar. As inscrições devem ser feitas no site www.escolaresiduozero.com.br, no período de 10/05/2017 a 21/05/2017. Serão selecionadas 10 escolas e 7 educadores de cada uma, num total de 70 educadores-multiplicadores que serão capacitados pelo projeto, sob a responsabilidade técnica do engenheiro civil Diógenes Aires de Melo, especialista em tratamento de resíduos sólidos, do biólogo Giovane Moraes Toledo e da pedagoga Patrícia Saium, especialistas em educação ambiental e a Engenheira Ambiental Camila Batista do Carmo.

Seleção – As escolas serão selecionadas de 22 a 26 de maio de 2017, e as visitas para a conclusão do processo de 29 de maio a 9 de junho de 2017. A capacitação dos professores será nos dias 13 e 14 de junho de 2017. O projeto se encerra em novembro, com a entrega de certificado às escolas que tiverem êxito no desenvolvimento do projeto.

SERVIÇO:

Evento: lançamento do Projeto Escola Resíduo Zero

Data: 10 de maio de 2017

Horário: 9 horas

Local: auditório do Ministério Público de Goiás

Endereço: Rua 23 com Avenida Fued José Sebba, Quadra A-6, Lote 15/24, Jardim Goiás

Imprensa: jornalista Márgara Morais [62] 99971.1118 / [email protected]

Contatos para entrevista:

Diógenes Aires de Melo, presidente da Sociedade Resíduo Zero (62 99820-9899)

Giovane Moraes Toledo, presidente da Oscip Vida Melhor (62 981147-8881)

Camila Batista do Carmo, gerente de projeto da Sociedade Resíduo Zero (62 98121-6529)

Apoio: Blog do Lixo (www.blogdolixo.com.br)    

Fotógrafo guarda lixo que produziu durante 4 anos e lança alerta com série poderosa

Fonte: Hypeness

Você já parou pra pensar na quantidade de lixo que geramos ao longo da vida? Em média, cada brasileiro é capaz de produzir diariamente 1,5 kg de resíduos tanto orgânicos quanto inorgânicos, que muitas vezes são descartados de maneira errada oferecendo riscos ao meio ambiente.

Em países mais desenvolvidos, como nos EUA e Noruega, esse número cresce para até 2,5 kg por habitante, já que o uso de descartáveis por lá é muito maior.

Pensando nestes dados, que só tendem a aumentar, uma vez que o mundo moderno nos traz comodidades quase sempre acompanhadas de uma embalagem, o fotógrafo francês Antoine Repessé passou quatro anos guardando todo o lixo que ele e os amigos produziram, para criar o projeto #365Unpacked.

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Espaços de doações e trocas é inaugurado em São Paulo

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As casinhas Give Box, além de fortalecerem o elo comunitário dos bairros, levanta a reflexão acerca do consumo desenfreado

O mundo sofre impactos há tempos com o consumo desenfreado. Os produtos saem das fábricas com data de validade curta. A durabilidade daquilo que compramos é cada vez menor. A produção aumenta vertiginosamente. Muitos usam a justificativa de que a oferta precisa aumentar de acordo com a demanda dos consumidores. Mas então, se o consumidor influencia no aumento, também pode gerar impacto para que haja a diminuição.

É nesse sentido que nasce o espaço Give Box. Uma iniciativa, que além de tentar frear o consumo descontrolado, e consequentemente diminuir o descarte de resíduos que podem ser reaproveitados, cria um ambiente colaborativo com forte viés comunitário ao redor de casinhas Give Box. Isto através do objetivo de viabilizar trocas e doações de materiais e objetos entre aqueles que vivem na comunidade local, como um uma loja livre onde todos podem pegar e deixar, sem influenciar no aumento da produção de consumo.

No Brasil, existem outros projetos parecidos, como Escambo, Armário Coletivo, Cabide solidário, Gaiolas literárias. A primeira casinha Give Box foi inaugurada no dia 21 de abril, no Ponto de Economia Solidária e Cultura do Butantã, na avenida Corifeu de Azevedo Marques, número 250.

Para construir uma casinha, existem manuais em inglês e em alemão. Também há um mapa de casinhas Give Box espalhadas pelo mundo. Ainda, 4 casinhas estão disponíveis para serem alocadas em algum espaço, para sugerir um local preencha o formulário.

 

Moradores ganham luta travada contra a segunda maior empresa de cimento do mundo

 

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Líderes comunitários de uma região da Eslovênia ganharam uma luta travada há dez anos contra a segunda maior empresa de cimento do mundo, a Lefarge. Há anos, a companhia praticava técnicas de incineração de lixos tóxicos provenientes da produção de cimento na região, que tem a maior taxa de câncer do país.

Quando a queima começou, Uroš Macerl and Eko Krog, líderes de movimentos da região, iniciaram uma campanha contra a Lefarge, expondo fraudes da empresa, organizando grandes manifestações e construindo estratégias legais para bloquear a prática de incineração dos materiais.

Neste contexto, GAIA – Global Alliance for Incinerator Alternatives (Aliança Global para Alternativas à Incineração), principal apoiadora da Aliança Resíduo Zero Brasil, dá suporte para as organizações que lutam contra a incineração na produção de cimento, incluindo trabalhos com organizações nacionais e desafiando políticas que sustentam e expandem esta prática perigosa.
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Produzimos tanto lixo que criamos nova camada geológica cheia de futuros fósseis

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Matéria publicada originalmente no Uol Notícias

Você sabe que o consumismo desempenha um enorme papel na mudança climática –todo o combustível fóssil que temos de queimar para fabricar e transportar nossas coisas, todas as árvores cortadas para dar lugar a cidades e empresas em expansão, todo o gado que sacia nosso apetite crescente por hambúrguer e churrasco. Mas o impacto ambiental que todos os nossos bens materiais têm no planeta vai muito além dos gases do efeito estufa emitidos no processo de criar e transportar essas coisas.

Na verdade, grande parte dele tem a ver com o que deixamos para trás. É um fenômeno criado pelo homem tão grande que os cientistas sugerem que está sendo criada uma nova camada geológica sobre o planeta, feita de tecnofósseis. A maioria das pessoas associa as camadas geológicas a eras longínquas: os paleontólogos desenterram fósseis de estegossauros ou corais antigos, as incríveis linhas em camadas do Grande Cânion testemunham bilhões de anos de vida na Terra. Mas nós estamos criando nossa própria cobertura do planeta, que sobreviverá a nós.

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Desmoronamento em lixão da Etiópia deixa 70 mortos

Na Etiópia, cerca de 70 pessoas morreram e outras ainda estão desaparecidas após o desmoronamento de toneladas de resíduos sólidos em um lixão, na cidade Adis Ababa, capital do país, no dia 11 de março. Apesar de estar há quase 10 anos inabilitado a receber mais resíduos, continua funcionando há mais de 50.

No Brasil, segundo o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis, também são frequentes os casos de acidentes em lixões, muitas vezes resultando em mortes. Mesmo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, que previa a extinção deste tipo de destinação até 2014, chegamos em 2015 com mais 3,3 mil municípios com lixões, que até hoje persistem. Diversas manobras legislativas tentam empurrar este prazo da PNRS para anos à frente, ignorando os riscos desses locais para a saúde de catadores e para o meio ambiente.

Segundo o último relatório da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), de 2014 para 2015, houve um aumento nos postos de trabalho no setor de limpeza pública, subindo para 353,4 mil pessoas empregadas na área. Ainda assim, adultos e crianças trabalham em lixões arriscando suas vidas.

Diante do desmoronamento que matou 70 trabalhadoras e trabalhadores na Etiópia, GAIA – Growth Alternatives in Action (Alternativas de Crescimento em Ação) declarou que a política de resíduos zero, se implementada, poderia ter salvado 70 vidas em Adis Ababa. Abaixo segue a carta na íntegra:

Tragédia na Etiópia: resíduo zero poderia ter salvado vida de recicladores

Mais de 70 recicladores foram mortos e outros ainda estão desaparecidos depois do desmoronamento de toneladas de resíduos em um aterro em Adis Ababa, na Etiópia, no último sábado. O aterro recebeu resíduo da capital da Etiópia por mais de 50 anos – apesar de estar há mais de 7 anos inabilitado de continuar operando.

Esta tragédia é a última de uma longa lista de acidentes causados pela operação de aterros e incineradores, e um sinal claro de que alguma coisa drástica precisa mudar. Atualmente, está em construção um incinerador para a queima de resíduos. No entanto, como os aterros, incineradores são altamente propensos a incêndios, acidentes e poluição, o que é perigoso para a saúde humana. Se as autoridades procederem à construção de um incinerador ou de qualquer outra tecnologia que tente lidar com uma quantidade cada vez maior de resíduos, eles perderam uma lição importante desta tragédia quando se trata de resíduos: a única forma de proteger a vida e a saúde é reduzir o desperdício que geramos e investir em estratégias de resíduo zero.

No Sul Global, os recicladores estão trabalhando para expandir suas atividades de recuperação de materiais, e há centenas de histórias colaborativas bem sucedidas entre cooperativas de recicladores e instituições locais. Infelizmente, este não é o caso em Adis Abeba.

Desde a identificação do problema dos resíduos na cidade, perderam-se anos valiosos durante os quais poderiam ter sido implementados sistemas de resíduos zero, bem como programas que teriam uma segurança digna e melhor para os recicladores. A pressão das autoridades locais para fechar o aterro sanitário de 50 anos e construir uma instalação milionária de queima de resíduos veio à custa da vida dos catadores, que perderam sua única fonte de renda quando o incinerador começou a construção.

Negociações terminaram com a aprovação de um incinerador, que levou anos para ser construído, o qual ainda não está em operação, e pretende queimar 80% dos resíduos, a um custo de investimento de milhões de dólares. Em vez dessas tecnologias – atormentadas por falhas em todo o mundo – a cidade poderia estar investindo em programas de educação e difusão para reciclagem e compostagem com a incorporação de recicladores que, deixados ao seu destino, estão hoje enterrados sob os resíduos que a cidade tentou esconder.

Embora a operação de sistemas avançados de recuperação de materiais administrados pelos municípios seja comum nos países industrializados, no Sul Global a maioria dos recicladores é autônoma, principalmente na economia informal, e recupera itens reutilizáveis ​​e recicláveis. Desta forma, a reciclagem fornece meios de subsistência a 15 milhões de pessoas em todo o mundo – 1% da população no Sul Global.

Pré-lançamento do ReciclAtibaia acontece nesta quarta

A partir de abril, a cidade de Atibaia completará 100% de Coleta Seletiva na área urbana. Diante disso, amanhã, dia 22 de março, acontecerá o pré-lançamento do programa ReciclAtibaia, às 19h, no Auditório do Fórum da Cidadania.

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Educação ambiental com foco em resíduos sólidos

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6º Encontro do Ciclo de Diálogos Resíduo Zero trabalhou educação ambiental: mitos, políticas e práticas

No dia 7 de dezembro de 2016, aconteceu o 6º Encontro do Ciclo de Diálogos Resíduo Zero,Ciclo último evento da campanha Resíduo Zero, lançada em maio deste ano. Participaram deste evento Patrícia Blauth, educadora ambiental e representante da Aliança Resíduo Zero Brasil, Mônica Borba, educadora ambiental e diretora da UMAPAZ, Secretaria do Verde e do Meio Ambiente de São Paulo, Nádia Campeão, Secretária Municipal de Educação, e Juarez Michelotti, do Sesc, cujo foco foi educação ambiental e resíduos sólidos.

Blauth abriu os trabalhos com uma brincadeira, em que integrantes do público tinham que convencer outros participantes a usar copos e canecas duráveis, trazendo argumentos sobre por que é melhor do que utilizar copos descartáveis. Os argumentos a favor foram: “gasta-se mais água para produzir um copo descartável do que para lavar um durável, além de aumentar significativamente a quantidade de resíduos gerados”. Do outro lado, disseram: “A natureza é infinita, a mãe terra é inesgotável”, então “tudo bem desperdiçar”.

Nádia Campeão, Secretária Municipal de Educação, destacou a importância da relação entre educação e meio ambiente

E com essa brincadeira a educadora foi descontruindo vários mitos que cercam a questão dos resíduos sólidos e que influenciam nossas práticas cotidianas. Uma das questões trazidas foi sobre a alimentação. Patrícia lembrou que a plantação de soja para alimentar o gado é uma monocultura que degrada a diversidade da terra. Ainda constatou que para produzir 1kg de batata, gasta-se 500L de água, e para 1 bife, 15 mil L. “O solo não é renovável, a água não é renovável”, destaca.

Outro mito desconstruído foi o de que “todo biodegradável é bom”. Ela afirmou que nem sempre aquilo que é biodegradável é biocompostável, ou seja, encontra as condições necessárias para a decomposição ambientalmente sustentável, dado que muito destes materiais são compostos de resinas de petróleo ou outros químicos que irão para o solo e para as águas quando degradados.

Outro mito é a afirmação “Recicle, a natureza agradece”, dado que reciclar, assim como compostar, é uma das últimas alternativas para tratar resíduos sólidos. Antes disso, é mais importante reduzir o consumo e a produção de bens que no final vão virar resíduos. Reciclar também consome energia, água e gera resíduos como aqueles que foram encontrados na barragem de Mariana, em Minas Gerais.

Neste contexto de discussão, Elisabeth Grimberg, coordenadora da área de Resíduos Sólidos do Instituto Pólis e membro da ARZB, lembrou que para reciclar materiais de alumínio, é necessário acrescentar bauxita, recurso mineral não renovável, o que não é mencionado nas propagandas de reciclagem de alumínio.

Juarez Michelotti deu ênfase no processo de diminuição no uso de resíduos sólidos descartáveis pelo Sesc

Para desmistificar que “os descartáveis são mais higiênicos”, Patrícia criticou o terrorismo sanitário, onde tudo precisa ser esterilizado, higienizado, lavado. A higiene não está no objeto, mas sim no manuseio. A ideia de que os descartáveis são mais higiênicos não é verdadeira se lembrarmos que os sachês de catchup nem sempre estão mais limpos do que as bisnagas.

Por fim, abordou o mito “reduzir o consumo acaba com os empregos”. Foi lembrado que não precisamos a todo momento consumir materiais, mas também serviços, como por exemplo o de consertar, recondicionar produtos. Na realidade, a tentativa da indústria de aumentar a produtividade substituindo trabalhadores por tecnologias é o maior fator de diminuição de postos de trabalho.

JuarezMichelotti, representando o SESC do Estado de São Paulo apresentou o programa Sesc: “Lixo menos, é mais”, o qual busca contribuir para o fortalecimento da sustentabilidade, conservação ambiental e minimização de resíduos nas suas nas 38 unidades do SESC .  Tudo isso tendo em vista também uma destinação socioambiental responsável pelos resíduos produzidos. Diante disso, aconteceu uma mudança individual e coletiva entre os funcionários do Sesc: substituição de descartáveis por duráveis, e, por exemplo, implantação de coleta seletiva.

Por fim, Mônica Borba, Diretora da UMAPAZ, Departamento de Educação Ambiental da Secretaria Municipal do Verde e do Meio Ambiente (SVMA) da Prefeitura do Município de São Paulo, apresentou as ações desenvolvida por esta instituição desde 2015. Informou que existem 93 pontos em implementação de coleta seletiva nos 4.000 prédios públicos de São Paulo. Nestes, o Programa para Implantação da Coleta Seletiva Participativa prevê que em parques e escolas, a coleta seletiva será realizada em três tipos: recicláveis, compostáveis e aterráveis. Com isso, pretende reduzir os rejeitos que serão encaminhados aos aterros sanitários, ampliar a quantidade de resíduos recicláveis e limpos que vão para as cooperativas, estimular a implantação de processos de compostagem e aumentar a produção de composto orgânico.

Mônica propôs um exercício de reflexão aos participantes:“descubram qual o caminho dos resíduos quando saem de suas casa”. Afirmou a seguir: “Você certamente irá se surpreender com a destinação e com todos os agentes que estão envolvidos no processo”.

Sociedade Resíduo Zero ganha o 15º Prêmio de Meio Ambiente

Rogério Araújo (c), conselheiro e presidente da Aeago, entregou o prêmio à equipe da Sociedade Resíduo Zero
Rogério Araújo (c), conselheiro e presidente da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Goiás, entregou o prêmio à equipe da Sociedade Resíduo Zero

A Sociedade Resíduo Zero, Polo da Aliança Resíduo Zero Brasil em Goiás, ganhou o 15º Prêmio de Meio Ambiente, na categoria Sociedade Sustentável, no dia 24 de novembro de 2016. O prêmio, concedido pelo Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás – CREA-GO, reconhece o projeto Residência Resíduo Zero Goiânia como tendo desenvolvido “ações comprometidas com a preservação, recuperação, defesa e conservação do meio ambiente no Estado de Goiás”, segundo o CREA-GO.

Em nota publicada em seu site, o Conselho diz que o projeto visa “combater a geração desenfreada dos resíduos, o desperdício de alimento e dos recursos naturais”.

Afirma ainda que “trata-se de uma iniciativa inovadora de prevenção dos impactos ambientais negativos causados pelos resíduos sólidos, de forma a promover a adoção das práticas ‘resíduo zero’ nas residências por meio da educação ambiental, da gestão sustentável dos resíduos e do desenvolvimento de uma rede de interação entre os participantes como forma estratégica de troca de experiências, formação, continuidade e expansão do projeto. Os resultados do Projeto Residência Resíduo Zero Goiânia mostram que é possível alcançar as metas de redução de resíduos propostas pela Política Nacional dos Resíduos Sólidos e pela Política Nacional de Saneamento Básico por meio de estratégias de educação ambiental e práticas de manejo direto dos resíduos por parte de seus geradores, trazendo assim ganhos ambientais, sociais e econômicos ao município e à população local, servindo de modelo para outras cidades do Brasil e do mundo.”

Confira a nota no site do CREA-GO

Maiores informações sobre a SRZero-Polo ARZB Goiás e o Projeto RRZG

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Setor privado não está fazendo a lição de casa

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Em entrevista à Rádio CBN, Elisabeth Grimberg afirma que setor privado não se responsabiliza atualmente pelos resíduos que produz

Em entrevista à Rádio CBN, Elisabeth Grimberg, coordenadora da área de Resíduos Sólidos do Instituto Pólis e co-promotora da Aliança Resíduo Zero Brasil, explica que o setor privado não está fazendo a lição de casa ao não se responsabilizarem pelos resíduos sólidos produzidos pela indústria, o que está previsto pelo Plano Nacional de Resíduos Sólidos, através da Logística Reversa.

Confira a matéria na íntegra aqui